Após uma semana internado, homem que sofreu acidente de moto em Juazeirinho morre no Hospital de Trauma

José Anchieta Carlos Jacinto, conhecido popularmente como “Chieta do 12”, de 44 anos, faleceu no Hospital de Trauma de Campina Grande. Ele estava internado desde o dia 23 de fevereiro, após se envolver em um grave acidente de moto na BR-230, em Juazeirinho.

Morador do sítio Ilha Grande, na zona leste do município, Chieta foi socorrido pelo Samu e levado ao hospital em estado grave. Apesar de todos os esforços médicos, ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito oito dias após o acidente.

Relembre o caso

Na tarde do domingo, 23 de fevereiro, Chieta trafegava pela BR-230, na saída de Juazeirinho em direção a Soledade, quando foi atingido por um veículo modelo Gol. O impacto provocou graves ferimentos.

No momento do acidente, acontecia um movimentado torneio de sinuca em um estabelecimento às margens da rodovia, atraindo pessoas de várias cidades da região. Por conta do evento, o fluxo de veículos na área estava intenso.

A morte de Chieta deixa familiares e amigos enlutados, abalando a comunidade local, onde ele era bastante conhecido.

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB