Homem é preso por furtar Brasília amarela no dia dos 29 anos da morte dos Mamonas

A Policia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na madrugada deste domingo (2), Rio Tinto,  uma Brasília amarela  justamente no dia em que se completaram 29 anos do trágico acidente que vitimou os integrantes da banda Mamonas Assassinas. O grupo marcou gerações e ficou eternizado com a música ‘Pelados em Santos’, que menciona o icônico veículo.

A Brasília amarela foi localizada pela PRF  após um homem de 22 anos demonstrar nervosismo e apresentar informações contraditórias ao pedir ajuda na unidade policial. Ele alegou ter sido abandonado em João Pessoa após um suposto leilão de veículos, mas, ao ser questionado, caiu em contradição.

Durante buscas, os agentes encontraram uma Brasília amarela estacionada a poucos metros do posto da PRF, com os vidros abertos e o motor ainda quente. Consultas no sistema revelaram que o carro havia sido furtado horas antes em João Pessoa, com a ocorrência registrada no sistema SINAL PRF. Pressionado pelos policiais, o suspeito confessou o crime, afirmando que furtou o veículo para quitar dívidas e porque sua esposa está grávida de gêmeos.

O homem foi preso e encaminhado à Polícia Civil de Mamanguape para os procedimentos legais.

Mais PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB