Contratado por R$ 950 mil, Alok faz doação para reforma da APAE de Cajazeiras

Contratado por quase R$ 1 milhão pela prefeitura de Cajazeiras, Alok foi uma das maiores atrações do carnaval deste ano, o DJ decidiu doar parte do cachê para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) do município.

A doação proporcionou a reforma da cobertura de parte da entidade e a climatização de áreas que antes eram castigadas pelo sol sertanejo.

O novo ambiente oferecerá mais conforto e qualidade de vida às crianças, proporcionando um espaço acolhedor e adequado para o desenvolvimento de atividades pedagógicas e terapêuticas.

Reconhecido mundialmente como um dos maiores nomes da música eletrônica, Alok tem se destacado não apenas pelos seus sucessos nas pistas, mas também pelo seu envolvimento em causas sociais.

Em nota, a prefeitura afirmou que o município conseguiu recursos junto a deputados e senadores para amenizar o impacto dos recursos investidos; além de R$ 300 mil junto a Embratur.

De Olho no Cariri

Com Blog do Marcio Rangel

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB