Gravada no Cariri, série Maria e o Cangaço ganha data de estreia no Disney+

Maria e o Cangaço estreia no catálogo do Disney+ em 4 de abril. Inspirada no livro Maria Bonita: Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço, a série traz Isis Valverde no papel principal. Gravada em Cabaceiras, conhecida como a Roliúde Nordestina, a trama vai explorar os últimos anos de vida da icônica cangaceira, uma das figuras mais marcantes da história brasileira.

Na produção, Maria de Déa (Isis Valverde) é uma jovem corajosa que desafia as normas de uma sociedade dominada pelos homens, onde a violência é constante. Como companheira de Lampião (Júlio Andrade), o lendário líder do cangaço, ela se vê dividida entre a vida fora da lei e o sonho de formar uma família.

O Disney+ promete retratar os últimos anos do bando de Lampião (1898-1938) sob o olhar intenso e humano da mais famosa cangaceira, cuja trajetória se transformou em lenda. Maria Bonita (1911-1938) terá sua história contada no streaming do Mickey Mouse.

O elenco de Maria e o Cangaço conta ainda com Rômulo Braga, Mohana Uchôa, Clébia Sousa, Thainá Duarte, Geyson Luiz, Dan Ferreira, Jorge Paz e Chandelly Braz.

No entanto, quem está em maior evidência é Isis Valverde. Após estrelar Código Alarum e dividir a tela com Sylvester Stallone, a atriz tem a chance de brilhar como protagonista nesta nova produção. Todos os seis episódios da série serão disponibilizados de uma vez só no Disney+ em abril.

De Olho no Cariri

Com Blog do Bruno Lira

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB