Polícia Civil prende homem por aplicar golpes em filas de bancos na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba prendeu na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, no município de São Bento, um homem investigado por crimes de estelionato e uso de documentos falsos. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Municipal local e do Grupo Tático Especial (GTE).

O alvo estava sendo investigado pela PCPB há cerca de um ano. Ele foi preso em uma agência bancária da cidade.

O investigado aproveitava da vulnerabilidade de pessoas idosas e oferecia ajuda para fazer o saque do benefício. Ao conquistar a confiança da vítima, ele trocava o cartão por um semelhante e fugia logo em seguida.

O homem preso é da cidade de Fortaleza/CE e vinha constantemente a São Bento e região para aplicar golpes semelhantes.

Com ele, a Polícia Civil apreendeu 24 cartões; uma máquina conhecida por “chupa cabra”, que é utilizada para clonar cartões; uma maquineta de cartão de crédito; um aparelho celular; um veículo utilizado para o cometimento dos crimes; e uma pequena quantidade de substância análoga a maconha.

O investigado está recolhido, à disposição do Poder Judiciário.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB