NO CARIRI: Polícias da PB e PE fazem operação na divisa contra tráfico de drogas

A divisa entre os estados da Paraíba e de Pernambuco é alvo de uma operação conjunta das secretarias de Defesa Social pernambucana e da Segurança e da Defesa Social paraibana nesta quinta-feira (20). A ação, chamada Divisa Integrada II, tem o objetivo de cumprir mandados de prisão e buscas e apreensão e de combater o tráfico de drogas.

De acordo com a Polícia Civil da Paraíba, além de ações de prevenção serão realizadas para fortalecer a segurança na região de divisa entre os dois estados. A operação acontece até esta sexta (21).

Em nota, a polícia disse que “a operação visa fortalecer o combate à criminalidade na área, com foco em melhorar a segurança pública para a população local.”

“As ações estão sendo realizadas de forma integrada entre as forças estaduais e buscam uma atuação mais eficaz no enfrentamento de atividades ilícitas que afetam a região”, concluiu a polícia no comunicado.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB