Prefeitura de Santo André apoia campanha Fevereiro Roxo e Laranja

A gestão municipal de Santo André está engajada na campanha Fevereiro Roxo e Laranja, que busca conscientizar a população sobre o Lúpus, Fibromialgia, Mal de Alzheimer e Leucemia. A iniciativa reforça a importância do diagnóstico precoce, do tratamento adequado e da qualidade de vida para pacientes e familiares.

O Fevereiro Roxo tem como foco as doenças sem cura, mas com controle, enquanto o Fevereiro Laranja alerta para a necessidade da prevenção e combate à Leucemia. A prefeitura incentiva a população a buscar informações, realizar exames periódicos e adotar hábitos saudáveis para melhorar a qualidade de vida.

A campanha segue ao longo do mês com ações educativas e informativas.

Além das ações de conscientização, a Prefeitura de Santo André reforça a importância do apoio às pessoas diagnosticadas e seus familiares, oferecendo informações sobre direitos, tratamentos e redes de suporte. A iniciativa busca não apenas alertar sobre os sintomas e formas de prevenção, mas também estimular a empatia e solidariedade da sociedade com aqueles que convivem com essas condições.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB