Preço do ovo salta 40% no atacado e Associação Brasileira de Supermercados acende alerta

A demanda elevada e a oferta restrita de ovos no mercado têm feito o preço da proteína saltar na distribuição entre fornecedores e o varejo, alertou a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em nota.

A associação indica que, nesta semana, o preço dos ovos de galinha subiu até 40% no atacado.

A Abras disse que segue monitorando o cenário de inflação generalizada dos alimentos, e chama atenção para o fato de que reajustes como este podem acabar impactando o consumo.

“As empresas iniciaram a programação de abastecimento das lojas para atender à demanda sazonal da Quaresma, mas a restrição na oferta e os aumentos sucessivos de preços preocupam os supermercados”, escreveu Marcio Milan, vice-presidente da Abras.

“Além disso, o consumidor também tem recorrido mais aos ovos de galinha devido à alta dos preços das demais proteínas.”

O impacto para o bolso do consumidor vai além do reajuste de preços em si, mas vai também à perda de custo benefício do produto.

A Abras aponta que os consumidores também enfrentam uma redução no tamanho dos ovos, após portaria da da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária ter aprovado nova classificação que diminuiu o peso médio do produto em quase 10 gramas por unidade.

CNN Brasil

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB