Empresa que administra aterro sanitário em Serra Branca é multada pela Sudema em mais de R$ 50 mil por irregularidades ambientais

A empresa que administra um aterro sanitário na zona rural de Serra Branca, no Cariri da Paraíba, foi autuada e multada nesta terça-feira (11) pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) em mais de R$ 50 mil, após a constatação de irregularidades ambientais.

Conforme a reportagem, durante a ação de fiscalização e vistoria, foi constatado que a empresa de Limpeza Urbana LTDA (Emlurpe), responsável pela gestão do local, ampliou a área do aterro sanitário sem solicitar o licenciamento ambiental da Sudema.

Além disso, a empresa descumpriu as condições ambientais estabelecidas para a área que recebeu licença, em desacordo com as leis ambientais vigentes.

A obra de ampliação da área foi embargada e a empresa foi multada em 744 UFRPBS (unidades fiscais de referência do estado da Paraíba), equivalente a mais de R$ 50 mil.

ClickPB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB