NO CARIRI: Polícia Civil prende homem por descumprimento de medida protetiva

Na manhã desta quinta-feira (12), a Polícia Civil do Estado da Paraíba, através da Delegacia de Polícia do Congo, cumpriu um mandado de prisão contra E.F., de 49 anos, investigado pela prática de delito de Descumprimento de Medida Protetiva de Urgência. A ordem de prisão foi decretada pela 1ª Vara Mista da Comarca de Esperança, em plantão judiciário.

O mandado foi expedido no último dia 12 de fevereiro e, em menos de 24 horas, a equipe de investigação conseguiu localizar e prender o investigado. Após um trabalho de inteligência e levantamento de informações sobre seu paradeiro, os policiais realizaram uma operação e efetuaram a prisão na zona rural, próximo ao Sítio Salinas, no município do Congo/PB.

A Polícia Civil destaca a importância da participação popular no combate à criminalidade e na garantia do cumprimento da lei. Informações que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia da Polícia Civil, pelo número 197.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB