Paraíba é o 3º Estado do Brasil com maior número de denúncias de assédio eleitoral, diz MPT

A Paraíba é o 3º Estado do Brasil com maior número de denúncias de assédio eleitoral. A informação é do Ministério Público do Trabalho (MPT) e foi divulgada pelo Estadão.

De acordo com os dados, a Paraíba (17) só perde para os Estados de Minas Gerais (19) e São Paulo (34). Mas, ganha do Paraná (15) e até do Rio de Janeiro e Goíás que acumulavam até a sexta-feira (13/09) 12 (doze) denúncias cada. (Clique aqui e confira outros dados)

O Ministério Público do Trabalho (MPT) é o órgão responsável por receber as denúncias de assédio eleitoral cometidos por pessoas de cargos de maior autoridade contra funcionários. Há um mês também lançou a campanha contra a prática abusiva nos locais de trabalho, intitulada “O voto é seu e tem a sua identidade”.

Com Portal Correio

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB