ELEIÇÕES EM LIVRAMENTO: Nananda anuncia Padim como novo companheiro de chapa e grupo de situação se fortalece na corrida eleitoral

Um novo acontecimento político movimentou as eleições municipais em Livramento, no Cariri da Paraíba.

O grupo de situação, que apoia a reeleição do prefeito Nananda Barboza, enfrentou um imprevisto com a substituição de seu candidato a vice-prefeito, Zezinho Ventura. A Justiça Eleitoral indeferiu a candidatura de Ventura, devido à falta de desincompatibilização no prazo exigido por lei, o que impediu sua participação na corrida eleitoral.

Em resposta rápida, o grupo político de Nananda Barbosa anunciou Adeilson Padim, ex-vereador e ex-secretário de esportes e cultura, como o novo companheiro de chapa.

Padim é uma figura de destaque na política local, que traz um histórico sólido de atuação na administração pública de Livramento. Seu anúncio foi bem recebido pela população livramentense, destacando sua popularidade no município de Livramento.

Nas redes sociais, o prefeito e candidato a reeleição, Nananda oficializou a nova formação da chapa com uma nova identidade visual: “Livramento num só coração, o coração trabalhador. Agora é assim, Nananda e Padim!”

A substituição de Zezinho Ventura por Adeilson Padim promete alterar a dinâmica da campanha eleitoral, que já vinha sendo marcada por forte movimentação política. Zezinho Ventura que é irmão da ex-prefeita Carmelita, continua firme e forte no grupo de situação e promete trabalhar mais ainda no projeto de reeleição do prefeito Nananda.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB