Prefeito paraibano tem mandato cassado pela Câmara de Vereadores; vice assume cargo

O prefeito de Mulungu, Melquiades Nascimento (MDB), teve o mandato cassado, durante sessão da Câmara Municipal da cidade na tarde desta terça-feira (6). O gestor é acusado pelos vereadores de irregularidades em sua administração.

O placar pela cassação do mandato do prefeito da cidade do Agreste paraibano foi de 7 a 2. Nascimento estava no segundo mandato à frente da gestão municipal.

O vice-prefeito, Diego Moura (PP), já tomou posse no cargo. O vereador Leo Moura (PP), autor da denúncia, afirmou que falta a de transparência nos atos administrativos, sonegação de informação sobre valores e empenhos nos  gastos públicos foram alguns dos motivos que levaram o chefe do poder executivo a perder o posto.

Melquiades Nascimento  havia entrado com mandato de segurança para tentar suspender o processo de cassação, mas a Justiça determinou que a Câmara desse continuidade  a  investigação. Diego Moura (PP), que assumiu a Prefeitura, é sobrinho de Leo Moura, autor da denúncia.

Prefeitura foi alvo de busca policial em 2023 

Oficiais de Justiça cumpriram, em outubro do ano passado, mandados de busca e apreensão na sede da Prefeitura de Mulungu, no Agreste do Estado, e na sede da Secretaria de Educação do município. A ação contou com o apoio da Polícia Militar.

O tenente-coronel Sinval informou, à época, que a corporação foi acionada para dar apoio aos oficiais de Justiça durante o cumprimento dos mandados.

“Essa é uma demanda de uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara de Mulungu. A CPI demandou um procedimento judicial e o juiz de Alagoinha expediu o mandado de busca e apreensão”, disse.

A CPI foi instaurada no começo do ano e tem como objetivo apurar as suspeitas de corrupção no repasse dos recursos do Rateio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB).

Com MaisPB

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A Queijaria Pedra D’Água, de Boa Vista, conquistou quatro medalhas no concurso de produtos lácteos do evento Brasil Cachaça. Com o resultado, o empreendimento boavistense soma sete premiações em duas competições, com destaque para o iogurte de umbu, que recebeu a medalha Super Ouro.

O iogurte natural ganhou ouro, enquanto o queijo coalho pasteurizado, apresentado assado, e o Queijo Boa Vista receberam prata. Criado por Sávio Vitorino e Aline Gonzaga, o Queijo Boa Vista é maturado por 150 dias e foi batizado em homenagem ao município e à sua tradição na produção de queijos.

Na competição anterior, a Pedra D’Água conquistou duas medalhas de ouro, uma com o queijo coalho assado e outra com o queijo Romeu e Julieta. O queijo temperado com alho, cebola e salsa recebeu prata. Nos dois concursos, foram uma medalha Super Ouro, três de ouro e três de prata.

Ao comentar o resultado da competição anterior, o empresário Sávio Vitorino contou que a equipe celebrou assim que soube da premiação. “Desta premiação, nós ainda não fomos buscar as medalhas, mas já estávamos comemorando o destaque desde que soubemos e esta semana teremos novidades para Boa Vista.”

O prefeito Fernando Aires parabenizou a queijaria e destacou o impacto da conquista para a produção rural. “Além de movimentar a economia e gerar valorização da produção rural, o sucesso da queijaria também representa o potencial do município para incentivar pequenos empreendedores e fortalecer a agricultura familiar. A cada nova premiação, Boa Vista reafirma sua vocação para o setor agroalimentar, unindo tradição, qualidade e inovação.”

Fundada em junho de 2024, a Queijaria Pedra D’Água nasceu da aposta de Sávio e Aline na qualificação profissional e na produção artesanal. As premiações dão visibilidade a produtos que vão do tradicional queijo coalho ao iogurte de umbu e levam o nome de Boa Vista a novos públicos.