Em Santo André, prefeito Edgley Amorim reúne grupo político e traça metas já para as eleições de 2024

Durante este sábado(18), o prefeito do município de Santo André, Edglei Amorim, realizou uma reunião com seu grupo político para avaliar as eleições de 2022 e tratar do processo de reeleição que acontecerá no próximo ano.

O gestor avaliou que a presente reunião foi uma rica oportunidade, onde serviu para alinhar o discurso e estreitar laços, para continuar trabalhando pelo povo santoandreense.

Além de Edglei Amorim, estiveram participando da reunião, a vice prefeita Patrícia e seu esposo Dr Osman, os ex-prefeitos Dr. Marinho e Silvana, os vereadores Adim, Assis, Rodrigo, João Batista, Felipe, Denys e Socorro, os suplentes Ilton, Elania, Fernando e Jonas, além do ex-presidente da câmara, Fidelis com sua esposa Patrícia Gambarra, do vereador licenciado Nildo e os funcionários Edvaldo e Chico.

Todos expressaram sua opinião, sendo unanimidade que não há divisão do grupo político e que estamos abertos para receber mais lideranças desde que o objetivo seja somar e multiplicar.

Na oportunidade, o vereador Rodrigo destacou que estava sendo vítima de mentiras de algumas pessoas maldosas da oposição e reafirmou o apoio ao prefeito Edglei para reeleição e repudiou as mentiras envolvendo seu nome numa provável pré-candidatura à prefeito.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB