Romero Rodrigues não confirma apoio à reeleição de Bruno Cunha Lima em 2024

O deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) não confirmou apoio à reeleição do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), nas eleições de 2024. Em entrevista, nesta quinta-feira (16), Romero afirmou que será necessário conversar com Bruno no momento oportuno.

“A prioridade clara é de Bruno que tem o direito de reeleição, mas temos de conversar”, afirmou o ex-prefeito de Campina Grande, eleito deputado federal com 114 mil votos nas últimas eleições.

Apesar de ser considerado a principal liderança política de Campina Grande em 2022, Romero tem sido criticado pelo seu sucessor. Em recentes entrevistas, Bruno Cunha Lima criticou o projeto do Hospital da Criança idealizado por Romero, além de apontar falhas na herança do ex-prefeito na Educação.

O momento administrativo da gestão de Bruno Cunha Lima é delicado. Há mais de uma semana, o município de Campina Grande convive com uma greve de professores que reivindicam o reajuste do piso da categoria não concedido até o momento pelo prefeito.

PB Já

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB