Polícia Civil prende no Amazonas homem que matou gerente da empresa Leite Cariri

Mais um minucioso trabalho de investigação da Polícia Civil da Paraíba resultou na prisão, nesta terça-feira, 14 de março, de um foragido da justiça da paraibana. Desta vez, o investigado Márcio Cardoso Belo,  foi capturado no município de Parintins, no estado do Amazonas. Ele é réu confesso no processo que o acusa de latrocínio contra o gerente de uma conhecida empresa na Paraíba, durante um roubo.

O mandado judicial que resultou na prisão do investigado é pelo crime de roubo, cometido na região de Queimadas (PB). O homem preso responde por vários delitos naquela região, sendo o de maior repercussão a morte de Pedro Bezerra Cabral, gerente de uma empresa do segmento de laticínios.

Esse crime aconteceu em março de 2018. Pedro estava em sua residência, no município de Caturité, quando foi abordado pelo investigado. A vítima sofreu um disparo de espingarda na nuca e foi a óbito. O acusado roubou uma arma que estava dentro da casa de Pedro e fugiu.

Um ano após o delito, a Polícia Civil prendeu o acusado em João Pessoa, que confessou o crime. Mas no decorrer do processo, ele conseguiu responder ao processo em liberdade e acabou fugindo da Paraíba.

A Polícia Civil continuou as investigações e, nos últimos dias, localizou o paradeiro do foragido no interior do Amazonas. A PC paraibana solicitou apoio da Polícia Civil amazonense, que efetuou a prisão do assassino confesso.

“É mais uma prisão, entre tantas outras, que realizamos de criminosos que cometem o delito na Paraíba e fogem para outra região do país, na tentativa de escapar da punição. Não faz nem 48 horas, por exemplo, que a nossa Polícia Civil prendeu no Paraná um dos assaltantes de banco mais procurados do Nordeste. A Polícia Civil ultrapassa as divisas do estado e vai buscar, onde for preciso, essas pessoas que aqui cometem crimes”, disse o delegado-geral da PCPB, André Rabelo.

O Poder Judiciário deverá definir uma data para a transferência do preso à Paraíba.

Informações Policia Civil da Paraíba

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB