Com presença de João, PSB Nacional aprova federação com PDT e Solidariedade

A Executiva Nacional do PSB aprovou, nesta quinta-feira (9), a federalização da legenda com o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Solidariedade. O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), estava presente no encontro.

O dirigente partidário afirma que a decisão “dá uma outra dimensão aos partidos federados e cria uma nova força de centro-esquerda no país”. A federação contará com 34 deputados na Câmara Federal e sete senadores, além de ser a casa do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.

Na Paraíba, o deputado federal Gervásio Maia, presidente estadual da sigla, é o único representante entre os três partidos na Câmara dos Deputados.

Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), os deputados estaduais Chico Mendes, Hervázio Bezerra, João Gonçalves, Júnior Araújo, Tanilson Soares e Tião Gomes são do PSB. O Solidariedade tem o Dr. Eduardo Brito e Eduardo Carneiro como representantes. Enquanto isso, o PDT não possui nenhum filiado empossado.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB