Universidade Estadual da Paraíba abre concurso para técnico-administrativo com vagas em três municípios

A Comissão Permanente de Concursos (CPCon) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) lançou novo edital de processo seletivo para o preenchimento de vagas temporárias em funções técnico-administrativas nos câmpus I, III e VII da Instituição. Conforme apurou o ClickPB estão sendo disponibilizadas três vagas, distribuídas em cargos de níveis Médio e Superior. As inscrições estão abertas até o dia 5 de março, pelo site da CP Con.

As oportunidades são para técnico em laboratório (Física), no Câmpus VII, em Patos, é necessário Ensino Médio Completo e Curso Técnico em Laboratório na área objeto da seleção. Para as funções de Nível Superior, as vagas são para assistente social, no Câmpus I, em Campina Grande; e bibliotecário para o Câmpus III, em Guarabira.

O processo seletivo será realizado em três fases: prova escrita objetiva; prova prática para a função de Técnico em Laboratório (Física) e prova de títulos. O prazo de validade do processo seletivo será de um ano, a contar da data da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período. Os candidatos aprovados dentro das vagas serão convocados mediante a necessidade da demanda de trabalho institucional para cada função.

O edital é publicado em atenção à necessidade de reposição do quadro de servidores técnicos-administrativos devido aos mais diversos tipos de afastamentos que geraram vacâncias temporárias, a exemplo de afastamento para capacitação, por motivo de saúde, licença maternidade, entre outros.

Mais informações são encontradas no edital e seus anexos, no endereço https://cpcon.uepb.edu.br/pss-uepb-001-2023.

De Olho no Cariri

Click PB

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil