Conselheiro tutelar de Serra Branca renuncia ao cargo e confirma que irá disputar vaga na Câmara Municipal em 2024

O ex-conselheiro tutelar de Serra Branca, Wilho Araújo, renunciou ao cargo nesta semana, para iniciar sua pré-campanha ao cargo de vereador nas eleições de 2024. Para o seu lugar, assumirá a primeira suplente, Maria Mendes, figura bastante conhecida na cidade, que já ocupou o cargo de conselheira no mandato passado.

Procurado pela reportagem do Paraíba Mix, Wilho Araújo, confirmou que vai disputar uma cadeira na Câmara de Serra Branca nas próximas eleições.

“Fui aconselhado pelo vereador e atual presidente da Câmara de Vereadores, Kleber Ribeiro, a encarar esse desafio, e depois de muita conversa com meus familiares tomei a decisão de me colocar como pré-candidato a vereador para o próximo pleito,” disse.

Na oportunidade, Wilho, aproveitou o espaço e agradeceu a população de Serra Branca por lhe eleger em duas ocasiões como conselheiro do município.

“Agradeço a população de Serra Branca que confiou no meu trabalho no Conselho Tutelar, e elegeu-me em dois mandatos, o último obtendo 771 votos. Tenho plena certeza que exerci a função com muita responsabilidade e compromisso com o público de crianças e adolescentes,” finalizou.

De Olho no Cariri

Paraíba Mix

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB