Polícia Militar apura participação de oficiais da Paraíba em ataques terroristas

A Corregedoria da Polícia Militar da Paraíba abriu, nesta sexta-feira (13), um procedimento disciplinar para investigar a participação de oficiais da reserva nos atos antidemocráticos ocorridos no último domingo (08) em Brasília contra prédios do STF, Congresso Nacional e Palácio do Planalto.

Segundo a PM, apesar da oficial estar na reserva remunerada, a Corporação que saber como foi a participação da tenente Onilda Patrícia nos atos. O sargento Rogério Caroca é da praça.

Os dois militares constam na lista de presos divulgada pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal e encaminhados para os presídios da Papuda [homens] e Colméia [mulheres].

Além dos oficiais, outros paraibanos estão presos na capital federal, como Marinaldo Adriano da Silva, militante político, José Paulo Fagundes de Brandão, militar reformado, Anderson Novais, assessor do deputado Cabo Gilberto Silva, Claudiane Pereira da Conceição, estudante universitária, e Edith Christina, advogada.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB