João Azevêdo não descarta “surpresas” em nomes que formarão a chapa governista na PB

O governador João Azevêdo (PSB) não descartou surpresas no anúncio da chapa majoritária, que deverá ocorrer antes mesmo das convenções. Em entrevista à rádio Líder FM, em Sousa, nesta quinta-feira (14), o governador, pré-candidato à reeleição, alegou que não acredita em atrasos na definição dos nomes que comporão a chapa e criticou a antecipação do pleito.

“Não há nenhum atraso em relação a isso, até porque esse é o verdadeiro período em que se deveria estar discutindo isso. Na Paraíba houve um antecipação disso o que gerou uma discussão prematura”, avaliou.

Segundo João, a população irá conhecer os candidatos em sua chapa antes das convenções e pode haver surpresas. “Conhecemos a história da Paraíba e sabemos que já houve candidatura sem a chapa completa nas convenções. Não será nosso caso, teremos anúncio antes da convenção da nossa chapa. Mas estamos no prazo normal. Pode haver surpresas porque a política parece muito com futebol, que todo mundo tem uma torcida e pode ser que não seja aquele que alguém espera e seja surpresa para outros”, avisou.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB