Pedro Cunha Lima refuta desistência na disputa e aponta “orquestra” contra sua candidatura

O pré-candidato ao Governo da Paraíba, Pedro Cunha Lima (PSDB), esteve no programa Frente a Frente da TV Arapuan, na noite desta segunda-feira (11). Na ocasião, Pedro reforçou seu nome para a disputa eleitoral deste ano e tratou como fake news as especulações sobre desistência.

“Sou candidato e fico muito honrado em ser uma alternativa para a Paraíba. Em nenhum momento nós mencionamos desistência. Pelo contrário! Foi no final do ano passado, quando muita gente dizia que não ia ter adversário para João Azevêdo, que não ia ter disputa, foi nesse cenário que a gente se levantou para dizer que a Paraíba tinha alternativa e que íamos cumprir esse papel. De lá para cá as coisas só melhoraram”, destacou.

Pedro destacou a orquestra que existe para tentar fragilizar sua pré-candidatura. “Existe um governo muitíssimo incomodado com a nossa pré-candidatura, porque buscamos fazer o debate propositivo, falar sobre a Paraíba, dizer o que temos que fazer para tirar a Paraíba da situação em que ela se encontra. Diante desse cenário você tem uma orquestra para tentar enfraquecer nossa candidatura, que só cresce. Vamos seguir nossa caminhada, mostrando que a Paraíba pode muito mais do que a atual gestão estadual apresentou até agora”.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB