Adriano Galdino: “Se Efraim tiver juízo volta para base do governador João Azevêdo”

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (PSB), defendeu, nesta quarta-feira (6), a volta do deputado federal Efraim Filho (União Brasil) para a base do governador João Azevêdo (PSB). Para o parlamentar estadual, Efraim Filho teria mais chances de vencer a eleição estando aliado ao chefe do Poder Executivo estadual.

“Eu acho que se Efraim tiver juízo e analisar matematicamente e politicamente ele vai ver que sendo apoiado pelo governador João Azevedo e com o tamanho que ele tem hoje, com certeza, será vitorioso na eleição”, disse Adriano Galdino durante entrevista.

Caso Efraim volta para a base de João, Galdino disse que repensará em colocar o seu nome para concorrer a vaga de vice na chapa. O político afirma que retirou o seu nome entre as indicações do Republicanos para a chapa majoritária porque manterá apoio a Efraim para o Senado, mesmo ele estando na oposição.

“Como a regra é que quem está na base tem que votar em todos os candidatos do grupo, eu retirei meu nome para manter esse acordo e minha palavra dada e empenhada tempos atrás. Se Efraim voltar atrás eu posso repensar e colocar meu nome para compor a chapa do governador João Azevêdo, porque nesse caso não terá mais esse empecilho da gente está em campo opostos”, argumentou.

O Republicanos sugeriu os nomes do deputado estadual Wilson Filho e do ex-senador Raimundo Lira para a composição majoritária.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB