Filiado ao PSDB, vice-prefeito de Guarabira anuncia apoio a João Azevêdo

O vice-prefeito de Guarabira, Wellington Oliveira (PSDB), declarou, nesta segunda-feira (4), apoio à pré-candidatura à reeleição do governador João Azevêdo (PSB). O anúncio ocorreu após reunião com o chefe do Executivo estadual, que contou com as presenças do deputado federal e presidente estadual do PSB, Gervásio Maia Filho; além das lideranças políticas do Brejo paraibano, Célio Alves, Teotônio Assunção e o vereador Josa da Padaria.

Wellington Oliveira destacou que o trabalho do governador João Azevêdo pelo desenvolvimento da Paraíba foi fundamental para sua decisão política. “Mesmo quando estava na oposição, eu entendia que o estado tem avançado, como acontece no Hospital Regional do Brejo, e a atuação do governo na pandemia também foi determinante para que a Paraíba não entrasse em colapso. Então, avaliamos e decidimos que o melhor caminho é apoiar o governador João Azevêdo para que possamos construir um estado cada vez mais forte”, comentou.

Ele também afirmou que na conversa com o gestor estadual já teve a oportunidade de discutir novas ações para a região do Brejo. “Eu tenho uma atuação na área da Saúde e nós queremos buscar melhorias para a população, fomos muito bem acolhidos naquilo que solicitamos, estamos muito satisfeitos e vamos contribuir para que esse projeto avance e continue”, acrescentou.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB