ELEIÇÕES 2022: Bruno Roberto recebe apoio político da prefeita Anna Lorena durante visita aos festejos do São João de Monteiro

Durante passagem pelos festejos juninos em alguns municípios paraibanos, o pré-candidato ao Senado, Bruno Roberto (PL), tem recebido adesões de inúmeras lideranças políticas. No último domingo (26), em visita a cidade de Monteiro, Bruno recebeu o apoio da prefeita Anna Lorena (PL).

Lorena foi reeleita prefeita de Monteiro em 2020 com mais de 11 mil votos. A gestora também é aliada do pai de Bruno, o deputado federal Wellington Roberto (PL).

Após o anúncio, o pré-candidato agradeceu a confiança da gestora e prometeu empenho na busca por recursos para auxiliar no crescimento do município.

“Agradeço a confiança depositada em mim pela prefeita Anna Lorena. A cidade terá um senador para lutar por suas demandas no Senado Federal. Monteiro merece um olhar especial por ser uma cidade tão importante para o nosso estado e, em especial, para o Cariri”, destacou Bruno.

A adesão de Lorena amplia ainda mais o arco de alianças em torno da pré-candidatura de Bruno, que já conta com o apoio de mais de 70 prefeitos.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB