Deputado Hugo Motta descarta rompimento do Republicanos com João Azevêdo

O deputado federal e presidente do Republicanos na Paraíba, Hugo Motta, afirmou em entrevista, que o partido nunca colocou em cheque o apoio ao governador João Azevêdo, “o que há dentro da discussão política é que cada partido quer ser respeitado pelo tamanho que tem”. O parlamentar disse ainda, que o Republicanos tem quadros preparados para contribuir com a Paraíba.

“Nós estamos querendo fazer essa discussão sem atropelo, sem imposições… claro, dialogando com o governador que é quem deve liderar esse processo, que quem deve conduzir essas conversas, buscando o melhor para a Paraíba”, ressaltou.

Hugo Motta disse que conversou com o governador João Azevêdo em Patos e outros integrantes do partido. “Nos estamos prontos para manter o diálogo, o governador sabe da importância do Republicanos para construção de sua reeleição,” ressaltou.

Motta e Azevêdo devem se reunir, novamente, na próxima semana para avançar na discussão sobre a participação do Republicanos na chapa majoritária.

De Olho no Cariri

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB