Prefeito de Juarez Távora declara apoio à reeleição do governador João Azevêdo

O prefeito de Juarez Távora, Wilson Evangelista (Solidariedade), declarou, nesta quarta-feira (22), apoio à pré-candidatura à reeleição do governador João Azevêdo (PSB). O anúncio ocorreu após reunião com o chefe do Executivo estadual, da qual também participou o vice-prefeito do município, Diego Rodrigues (Solidariedade).

“Nós estamos acompanhando quem trabalha por nossa cidade e eu não tenho dúvida nenhuma de que o melhor para Juarez Távora é a reeleição de João Azevêdo para dar sequência a esse governo. Eu estou muito feliz e satisfeito e tenho certeza de que o nosso povo também vai abraçar nossa decisão”, destacou o prefeito Wilson Evangelista.

Ele também ressaltou a importância da parceria com a gestão estadual para garantir obras e ações para o município. “Nós estamos sendo contemplados com travessia urbana, reforma de uma ponte que liga o Centro da cidade a um bairro muito populoso, ônibus escolar, além da creche que vamos iniciar na próxima semana. Ficamos felizes de contar com o Governo do Estado, levando benefícios e trabalho para a nossa terra”, acrescentou.

De Olho no Cariri

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB