Ricardo Barbosa considera difícil, mas torce por retorno de Efraim à base de João

A decisão de Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) de não disputar uma vaga ao Senado nas eleições deste ano, animou os que torcem pela reaproximação do pré-candidato ao cargo, Efraim Filho (União Brasil). Entre os nomes que veriam essa aliança com bons olhos, está o deputado Ricardo Barbosa (PSB), que já declarou apoio à reeleição de João Azevêdo (PSB) e compromisso com Efraim para o Senado.

“O meu compromisso é com Efraim Morais. Tenho compromisso político e tenho respeito ao comando político e administrativo do governador João Azevêdo. Hoje não temos candidatura ao Senado na chapa”, lembrou.

Ricardo afirmou estar na torcida para um reencontro das lideranças. “Eu sou todo torcida para que ele volte (Efraim). Espaço político tem, mas tem que ter o desejo do governador e também do deputado Efraim, que a cada dia se fortalece no campo da oposição e não seria um retorno fácil”, reconheceu.

Ao mesmo tempo, o parlamentar destacou que na política “enquanto há prazo as coisas podem acontecer” o que torna a possibilidade real e que ainda não nome para o ocupar a vaga que seria de Aguinaldo na aliança com o governador. “Eu não imagino o governador disputar a reeleição sem uma chapa completa. O que há de certo na chapa do governador da Paraíba é a adesão popular”, disse.

Sobre a relação com o Republicanos, Ricardo Barbosa afirmou que a relação com os integrantes é muito boa. “Eu só conversei com Hugo Motta por telefone. Ficamos de conversar esta semana, mas por conta das agendas intensas não tive essa conversa”, apesar da disponibilidade, o deputado avaliou que pode “trocar ideias sobre esse novo cenário” por entender que “o protagonismo cabe a João Azevêdo e às partes envolvidas”.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB