Republicanos reitera apoio a João Azevêdo, mas reclama de falta na participação nas discussões sobre formação da chapa

O Republicanos emitiu uma nota na noite desta quinta-feira (16) onde fala que a legenda não vai admitir ser punida pela lealdade ao projeto do governador João Azevêdo (PSB). O texto foi publicado um dia após o deputado federal Aguinaldo Ribeiro anunciar que não será candidato ao Senado e que o PP vai indicar a vice de Azevêdo, vaga que o Republicanos almejava.

Veja nota: 

O Partido Republicanos da Paraíba vem por meio desta nota expressar seu posicionamento diante das novas circunstâncias relacionadas à formação da chapa majoritária ao Governo do Estado para as eleições 2022.

Enquanto integrantes da base aliada do Governador João Azevedo, o Republicanos reitera, assim como pode ser constatado, total apoio ao projeto de reeleição do atual mandatário. Fato que pode ser verificado nas diversas declarações públicas, bem como na presença maciça dos membros do Partido em eventos do Governo Estadual. O nosso partido configura também como o grande aliado e construtor da vitória do projeto do Governador.

Para definir o apoio à pré-candidatura ao Senado Federal, o Republicanos dialogou com a base aliada do Governador João Azevedo à época e, assim, escolheu um nome pertencente a esta base.

Por fim, o partido afirma que não admitirá ser punido por sua lealdade ao Governador João Azevedo, nem tomar conhecimento da formação da chapa pela imprensa, e aguarda, muito em breve, ser chamado para participar das discussões acerca da formação da chapa majoritária ao Governo Estadual.

Deputado Federal, Hugo Motta Presidente do Republicanos da Paraíba

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB