Deputados Edmilson Soares e Doda de Tião se licenciam da ALPB e Lindolfo Pires e Trócolli Júnior assumem nos próximos dias

Os deputados Edmilson Soares (Podemos) e Doda de Tião (PTB) protocolaram, nesta quinta-feira (26), pedidos de licença dos mandatos na Assembleia Legislativa da Paraíba, que terá nova composição a partir da próxima semana.

Edmilson Soares protocolou um pedido de licença parlamentar de 121 dias, sendo 60 para tratamento de saúde e 61 de interesses particulares. Com sua ausência, o suplente Lindolfo Pires (PP) assume o mandato até 23 de agosto deste ano.

Já o deputado Paulo Rogério de Sousa Rêgo, mais conhecido como Doda de Tião, também irá se afastar pelo mesmo período, no entanto, ele se licenciou por seis dias para tratamento de saúde e por mais 115 dias para tratar de interesse particular. O suplente Trócolli Júnior (Podemos) deve assumir a vaga com a licença do parlamentar.

Essa é a segunda vez, nesta legislativa, que Doda se afasta do mandato. Segundo a assessoria do parlamentar, ele deve voltar ao mandato ainda na semana das eleições, entre o final de setembro e início de outubro.

Os pedidos de licença foram assinados pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba, através do presidente Adriano Galdino e dos secretários João Gonçalves e Bosco Carneiro.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB