Prefeito do PSD rompe com Pedro e anuncia adesão coletiva a João Azevêdo

O prefeito de Imaculada, Luciano Lustosa (PSD), rompeu, nesta quarta-feira (25/05), com o pré-candidato a governador Pedro Cunha Lima (PSDB), e declarou adesão ao projeto de reeleição do governador João Azevêdo (PSB). Luciano Lustosa fazia parte dos 27 prefeitos que Cunha Lima contava para concorrer ao governo estadual.

A decisão do gestor municipal foi acompanhada pelo vice-prefeito Ribinha Firmino (PSD), pelos ex-prefeitos Dada Lustosa (PSD) e Ribamar Silva (Republicanos) e pelos vereadores que integram sua base de sustentação na Câmara Municipal.

O anúncio aconteceu após reunião com o chefe do Executivo estadual, ocasião em que também esteve presente a ex-prefeita de Patos e pré-candidata a deputada estadual Francisca Motta (Republicanos). O prefeito Luciano Lustosa destacou que chega à base do governador João Azevêdo com o compromisso de trabalhar para uma grande vitória nas próximas eleições.

“Nós não votávamos no governador, não o acompanhamos nas últimas eleições, mas, dessa vez, vai ser diferente. Vamos estar todos juntos, prefeito, vice-prefeito, ex-prefeitos e vereadores, o que representa o apoio total do grupo e da população”, disse.

O ex-prefeito Dada Lustosa também referendou a decisão de apoiar João Azevêdo no pleito de outubro. “Quem ganha é Imaculada que vai ter futuramente a estrada do distrito de Palmeira e vamos à vitória com a reeleição do governador para que nosso município cresça a cada dia”.

Também manifestaram apoio ao gestor estadual os vereadores Alexandre, Duda, Macarrão, Neguinho Cajueiro, Elisman e Kelson, os suplentes de vereador Pretinho e Edimilson e os ex-vereadores Ivanildo e Vieirinha.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB