Pastor que chamou fiéis de “lixo” renuncia cargo na Assembleia de Deus, em Campina Grande

O pastor Daniel Nunes não é mais presidente da Igreja Assembleia de Deus de Campina Grande. O religioso pediu a renúncia do cargo nesta quarta-feira (25). Na nota, a igreja tratou a decisão como de “cunho pessoal”.

Recentemente, o pastor foi alvo de críticas por parte de fiéis e outras lideranças religiosas após chamar mulheres que usam calça de “lixo e trastes”. Ele também criticou os outros pastores que liberam as ovelhas a se vestirem com roupas comuns.

“Essas igrejas são uma benção porque elas vem e fazem uma limpeza nesses trastes que estão dando trabalho para gente e ficam os que querem ser santos. Leva esses lixos para lá e deixa o que quer ser santo na palavra”, disse.

A fala causou reação do também pastor Silas Malafaia, que nas redes sociais condenou a pregação do religioso.

“Olá, povo abençoado de Campina Grande. Eu queria mandar uma mensagem para o povo de Deus dessa cidade. Se o pastor te considera um lixo, nós da Adevec aprendemos que Jesus recicla lixo”, iniciou Malafaia.

Ele reforçou que se um pastor reconhece que na sua igreja tem um lixo, ele deve tratar e cuidar. “Porque a grandeza do evangelho é transformar pessoas”, afirmou Malafaia, convidando para sua igreja os fiéis chamados de lixo pelo pastor paraibano.

Com Mais PB

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O Partido dos Trabalhadores da Paraíba divulgou, nesta segunda-feira (14), uma nota de repúdio à atuação de policiais militares durante uma manifestação política realizada no município de Prata, no Cariri paraibano.

Segundo o partido, imagens e relatos divulgados sobre o episódio apontam para uma atuação marcada por ameaças e uso ostensivo de armas contra pessoas que participavam de uma manifestação em apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O caso teria ocorrido durante a concentração de uma carreata realizada no último sábado (12). Segundo relatos publicados sobre o episódio, policiais militares chegaram ao local e houve disparos de arma de fogo nas proximidades dos participantes. Vídeos também registraram uma discussão entre policiais e manifestantes, além de uma tentativa de retirada de um celular utilizado para registrar a ocorrência.

Na nota, o PT classificou a situação como “inaceitável” e afirmou que a Polícia Militar deve atuar para garantir a segurança da população, e não impedir ou constranger cidadãos por suas posições políticas.

O partido informou ainda que está cobrando da Corregedoria da Polícia Militar da Paraíba uma apuração imediata e rigorosa dos fatos, incluindo a identificação dos policiais envolvidos e a responsabilização daqueles que tenham cometido eventuais abusos.