ELEIÇÕES 2022: Pesquisa CNN/RealTime Big Data: Lula tem 40%; Bolsonaro, 32%; e Ciro, 9%

Pesquisa CNN/RealTime Big Data para as eleições presidenciais de 2022, divulgada em primeira  nesta quarta-feira (25), traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%; e por Ciro Gomes (PDT), com 9%.

Depois aparecem André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB), com 2%; e Luciano Bivar (União Brasil), com 1%.

Este é o cenário com mais pré-candidatos e sem o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB), que desistiu de disputar a Presidência na segunda-feira (23).

Não pontuaram os pré-candidatos Vera Lúcia (PSTU), Pablo Marçal (Pros), Sofia Manzano (PCB), Felipe d’Avila (Novo), Leonardo Péricles (UP) e José Maria Eymael (DC).

Os que dizem votar em branco ou nulo somam 9%. Os indecisos e os que não responderam correspondem a 5%.

Foram ouvidas por telefone 3 mil pessoas entre segunda-feira (23) e terça (24). A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa tem 95% de confiança. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07451/2022.

Também foram testados outros três cenários estimulados de primeiro turno – quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados ao eleitor.

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde em quem vai votar sem que os nomes sejam apresentados, Bolsonaro aparece com 28%; Lula, com 26%; e Ciro, com 4%.

Confira abaixo os cenários – o principal é o terceiro.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente

Cenário I

  • Lula (PT) – 39%
  • Bolsonaro (PL) – 31%
  • Ciro Gomes (PDT) – 8%
  • João Doria (PSDB) – 4%
  • André Janones (Avante) – 2%
  • Simone Tebet (MDB) – 1%
  • Luciano Bivar (União Brasil) – 1%
  • Vera Lúcia (PSTU) – 0
  • Pablo Marçal (Pros) – 0
  • Sofia Manzano (PCB) – 0
  • Felipe d’Avila (Novo) – 0
  • Leonardo Péricles (UP) – 0
  • José Maria Eymael (DC) – 0
  • Branco/Nulo – 9%
  • Não sabe/Não respondeu – 5%

Cenário II

  • Lula (PT) – 39%
  • Bolsonaro (PL) – 31%
  • Ciro Gomes (PDT) – 8%
  • João Doria (PSDB) – 5%
  • André Janones (Avante) – 2%
  • Luciano Bivar (União Brasil) – 1%
  • Vera Lúcia (PSTU) – 0
  • Pablo Marçal (Pros) – 0
  • Sofia Manzano (PCB) – 0
  • Felipe d’Avila (Novo) – 0
  • Leonardo Péricles (UP) – 0
  • José Maria Eymael (DC) – 0
  • Branco/Nulo – 9%
  • Não sabe/Não respondeu – 5%

Cenário III

  • Lula (PT) – 40%
  • Bolsonaro (PL) – 32%
  • Ciro Gomes (PDT) – 9%
  • André Janones (Avante) – 2%
  • Simone Tebet (MDB) – 2%
  • Luciano Bivar (União Brasil) – 1%
  • Vera Lúcia (PSTU) – 0
  • Pablo Marçal (Pros) – 0
  • Sofia Manzano (PCB) – 0
  • Felipe d’Avila (Novo) – 0
  • Leonardo Péricles (UP) – 0
  • José Maria Eymael (DC) – 0
  • Branco/Nulo – 9%
  • Não sabe/Não respondeu – 5%

Cenário IV

  • Lula (PT) – 40%
  • Bolsonaro (PL) – 33%
  • Ciro Gomes (PDT) – 11%
  • André Janones (Avante) – 2%
  • Vera Lúcia (PSTU) – 0
  • Pablo Marçal (Pros) – 0
  • Sofia Manzano (PCB) – 0
  • Felipe d’Avila (Novo) – 0
  • Leonardo Péricles (UP) – 0
  • José Maria Eymael (DC) – 0
  • Branco/Nulo – 9%
  • Não sabe/Não respondeu – 5%

Com CNN Brasil

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB