Pedro Cunha Lima recebe apoio das oposições de seis cidades do Sertão da Paraíba

O pré-candidato ao Governo da Paraíba, Pedro Cunha Lima (PSDB), concluiu o final de semana somando apoios no Sertão paraibano. Em Pedra Branca anunciaram adesão os vereadores Murilo, Marcos Nazario e Silvestre Clementino, além de Neto Teotônio e Jurandy, ex-candidatos a prefeito e vice. Já na cidade de Emas o apoio foi do ex-prefeito Segundo Madruga e do vereador e presidente da Câmara Municipal Saturnino Azevedo.

Da cidade de Juru as vereadoras Cinalva de Diassis, Isabella Teixeira e Leoncio de Guabiraba, ex-candidato a prefeito, anunciaram apoio ao projeto defendido por Pedro. Na cidade de Ibiara o apoio foi da ex-candidata a prefeita Margarida Ramalho e seu grupo político. E em Santana de Mangueira o apoio foi da ex-candidata a prefeita, Adenilda Mangueira, e seu grupo político. Pedro também foi recepcionado por lideranças oposicionistas em Olho D’água, quando destacou o entusiasmo em concluir a semana com mais estas adesões.

“Foi um final de semana de encontro e diálogo com o Sertão, aumentando ainda mais nosso time. Fico muito feliz em ter ao meu lado essas importantes lideranças que desejam mais qualidade de vida para a região, que é cheia de gente forte e vocações econômicas, mas não encontra um governo parceiro que as potencialize. Vamos garantir os investimentos que tragam desenvolvimento para o Sertão, reparar a dívida deixada por esse governo apático que está no seu último ano de mandato e não tem o que mostrar aos sertanejos”, disse Pedro.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB