Prefeita caririzeira se reúne com João Azevêdo e ratifica apoio à sua reeleição

A prefeita Cacilda Andrade, de Barra de Santana, no Cariri, esteve reunida na tarde desta quarta-feira (04), com o Governador João Azevedo, o Secretário Chefe de Gabinete Ronaldo Guerra, o Secretário de Infraestrutura Deusdete Queiroga e o Secretário de Desenvolvimento Humano Tibélio Lima, na Granja Santana, em João Pessoa.

Na pauta, a Prefeita Cacilda, tratou do andamento das obras do novo sistema de abastecimento d’água de Barra de Santana, assim como da travessia urbana que será realizada e dos demais avanços nas ações do Governo do Estado em nosso município.

Na oportunidade, a Prefeita pleiteou a realização da pavimentação asfáltica da PB 132, que interliga Barra de Santana aos municípios de Gado Bravo e Boqueirão.

A Prefeita Cacilda, agradeceu a atenção do Governador João Azevedo e seus secretários pela receptividade e por todos os investimentos que tem direcionado para Barra de Santana, através dos esforços e empenho do Deputado Estadual Manoel Ludgério.

Na ocasião a Prefeita esteve acompanhada do líder político Manoelzinho Andrade, do Secretário de Governo e Articulação Política Vadeilson Costa e do Secretário Executivo de Planejamento e Desenvolvimento Econômico Adriano Monteiro.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB