Lula diz que está feliz com apoios na Paraíba e que vai conversar com Lígia, João Azevêdo e Veneziano em busca de alianças

O  ex-presidente Lula (PT) afirmou na manhã desta terça-feira (26) que pretende visitar a Paraíba nos próximos meses para resolver o que chamou de “problema bom” no estado. Em entrevista a influenciadores digitais e a mídia chamada “independente”, o petista citou a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), o governador João Azevêdo (PSB), o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e o ex-governador Ricardo Coutinho (PT).

“Na Paraíba é um bom problema. Um técnico da seleção tem um bom problema quando tem muito jogador bom. Na Paraíba, eu estou feliz com a minha situação, porque muita gente boa quer trabalhar conosco, querendo fazer aliança. Eu não recuso voto”, disse, prosseguindo.

“Vou tentar ir na Paraíba, preciso ir na Paraíba, conversar com todo mundo. Não tenho veto a ninguém. Sou amigo da Lígia, conheço menos o governador [João], mas ele entrou no PSB, sou amigo de Veneziano, sou amigo do Ricardo. Quero chegar na Paraíba e conversar com todo mundo. Se for preciso pedir apoio para todo mundo, vou pedir. O que importa é ganhar”, afirmou.

No estado, o apoio de Lula é disputado pelo governador João Azevêdo, que tentará a reeleição, e o senador Veneziano Vital, pré-candidato ao Governo que tem o petista Ricardo Coutinho como pré-candidato ao Senado em sua chapa. A posição do partido na Paraíba dividiu os petistas em dois lados no estado.

De Olho no Cariri

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB