Pe Dezenilton é apresentado como novo vigário paroquial de Serra Branca; VEJA VÍDEO!

Em menos de três meses, a Paróquia de Serra Branca acolheu dois sacerdotes para a missão de vigário paroquial. A definição é da Diocese de Campina Grande, que pode destinar e remover um vigário paroquial sempre que houver necessidade em uma nova paróquia.

Na noite desta quarta-feira (06), a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e Área Pastoral de São José acolheram o padre Dezenilton da Silva Santos para a missão de auxiliar o pároco, padre Joselito Ferreira, nas atividades da Igreja Católica em Serra Branca e Coxixola.

Pe Dezenilton era pároco de Pocinhos e é mestre em Bíblia. Formador do Seminário Diocesano, o sacerdote tem larga experiência na Diocese e é considerado um intelectual da Igreja de Campina Grande.

O sacerdote foi acolhido em uma Missa presidida pelo Vigário Geral da Diocese, padre Luciano Guedes, e concelebrada pelo pároco de Serra Branca, padre Joselito Ferreira, e por padre João Barbosa, atual vigário de Pocinhos.

Pe. Dezenilton disse que se sentiu bastante acolhido pela comunidade de Serra Branca e pretende com seu jeito simples e tímido contribuir com a vida paroquial de Serra Branca e Coxixola, especialmente na formação dos leigos.

 

📺 Veja como foi a apresentação do novo vigário paroquial de Serra Branca, Pe Dezenilton da Silva Santos!

 

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB