Pedro e Efraim selam aliança e devem disputar juntos o Governo e o Senado na Paraíba

O deputado federal Efraim Filho (União Brasil) participou enfim e publicamente do primeiro ato político ao lado do pré-candidato ao Governo pela oposição, o também deputado Pedro Cunha Lima. Pelos discursos e representatividade que teve o evento, Pedro e Efraim selaram uma aliança sólida e que deverá resultar na chapa de governador e senador respectivamente.

A primeira aparição dos dois jovens líderes se deu durante o ato de afastamento do prefeito de Lagoa Seca, cidade que fica na região Metropolitana de Campina Grande. O evento se tornou um ato estadual com presenças dos ex-senadores Cássio e Efraim Moraes, o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, o ex-prefeito Romero Rodrigues, o deputado Julian Lemos e diversas outras lideranças regionais.

“Terei a honra de compartilhar com Pedro muitos desafios e angústias. Vários momentos que haveremos de ter aquilo que é próprio da juventude. Jovens ousados que não aceitaram dobrar joelho, mas que tiveram a oportunidade de enfrentar. É preciso pensar a Paraíba”, afirmou Efraim ao se referir a Pedro, a quem tratou de “futuro governador”.

Efraim integrava a base do governador João Azevêdo (PSB), mas rompeu com o gestor na semana passada e migrou para a bancada de oposição. A mudança aconteceu logo após uma batalha interna do parlamentar com o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP), que articula ser o candidato ao Senado na chapa de João.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB