Romero anuncia novo partido nesta quinta-feira

 

Pré-candidato a deputado federal, o ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues anuncia o novo partido nesta quinta-feira (31), às 10h, em Campina Grande. Ele tem convites de quatro legendas: PSDB, PSC, União Brasil e PL.

Ele perdeu o comando, por decisão do diretório nacional do PSD, para a senadora Daniella Ribeiro, que deixa o Progressistas e se filia à legenda na próxima sexta-feira (1º).

Romero informou ter recebido convites diretamente do ex-senador Cássio Cunha Lima e do presidente do PL na Paraíba, deputado federal Wellington Roberto.

Também recebeu ligação do assessor da Presidência da República, Tércio Arnaud, que disse estar repassando a solidariedade do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Tércio teria dito a Romero que o presidente pediu para que fosse feito um convite para ele ingressar no PL. O ex-prefeito anunciou apoio a Bruno Roberto para o Senado, tendo Tércio como primeiro suplente.

Romero disse ter sido pego de surpresa e que, no dia da divulgação da carta de Kassab, sobre a mudança no comando, estava em agenda no interior para atrair novos aliados do PSD e que, agora, devem acompanhá-lo em outra legenda.

Segundo o Blog apurou, o ex-prefeito vinha acumulando desgastes junto à Nacional, a começar pela (in)decisão de disputar o Governo e até mesmo compor com o governador João Azevêdo (PSB).

Teria prometido fortalecer a legenda para as eleições deste ano e levar dois dois deputados federais para o PSD, o que não se concretizou.

Essa “instabilidade” nas atitudes e na condução do partido teria irritado o presidente nacional Gilberto Kassab. Em uma articulação direta do deputado federal Aguinaldo Ribeiro, o partido decidiu destituir Romero.

Com Sony Lacerda

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB