João Azevêdo quer definir chapa até sexta-feira e destaca nome de Aguinaldo Ribeiro

O governador João Azevêdo (PSB) reconheceu, nesta segunda-feira (28), que o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) é um nome que agrega na chapa majoritária que disputará as eleições deste ano. Durante um evento institucional, o governador admitiu que “estatura política pesa” e que o nome de Aguinaldo Ribeiro é importante. “É sim, claro, e é isso que estamos discutindo”, disse João.

O governador afirmou ainda que vem discutindo os dois espaços que restam na composição da chapa – senatória e vice – e que há um conjunto de fatores que pesam na escolha do nome. Apesar dos discursos no sentido de rompimento e da saída de Efraim Morais do corpo de auxiliares, João ainda o considera que o grupo integra a base do seu governo. “Ele (Efraim Morais) entregou o cargo na condição de que iria participar da campanha e precisaria de espaço, o que é natural”, avaliou.

Em relação à quantidade de parlamentares na base, João disse não ter preocupações com números. “Não tenho preocupação com número, tenho preocupação de termos uma nominata para a disputa, tanto estadual quanto federal, que permita que realmente tenhamos uma representação importante tanto na Câmara Federal como na Assembleia Legislativa. A chapa apresentada será importante porque precisamos do apoio na Assembleia e de parceiros em Brasília. Estamos trabalhando para que até sexta-feira tenhamos o indicativo da chapa majoritária”, afirmou.

O governador ainda aproveitou para reforçar convite ao deputado Anísio Maia, do PT. “Já externamos isso para Anísio. Se for do desejo dele de vir para o PSB, estamos de braços abertos”.

Em relação à reforma administrativa, o governador avaliou que cerca de cinco nomes podem deixar os cargos para disputar as eleições e que uma das mudanças deve se concentrar na pasta da Saúde. “Cerca de cinco secretários podem deixar, Geraldo Medeiros está bem avançado no seu propósito de colocar seu nome à disposição”, admitiu.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB