Prefeito de Sapé declara apoio à reeleição do governador João Azevêdo

O prefeito de Sapé, Major Sidnei (Podemos), declarou, nesta segunda-feira (21), apoio à pré-candidatura à reeleição do governador João Azevêdo (PSB). O anúncio ocorreu após reunião que também contou com as presenças do presidente do PSB estadual e deputado federal Gervásio Maia, e do deputado estadual Felipe Leitão.

Na ocasião, Major Sidnei destacou as ações que o chefe do Executivo estadual tem levado para Sapé. “Nós agradecemos pela estrada que dá acesso ao Distrito de Renascença, pela travessia urbana, pela implantação do programa Tá na Mesa e pela a aquisição e doação de alimentos do PAA”, disse.

Ele também comemorou a parceria com o estado para a construção de uma creche do programa Paraíba Primeira Infância, por meio de convênio no valor de R$ 1,2 milhão, bem como pela garantia de um ônibus escolar para o município.

O prefeito de Sapé celebrou ainda a conquista de um convênio com o estado para o custeio do hospital da cidade, assegurando a melhoria da qualidade do atendimento e ampliação do acesso à saúde da população.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB