Efraim Filho garante que será candidato ao Senado “com ou sem o apoio do governo”

O deputado federal Efraim Filho (União Brasil), garantiu que sua pré-candidatura ao Senado nas eleições deste ano está mantida, com ou sem o apoio do governo do estado. Nesta sexta-feira (18), durante evento de aniversário realizado em Cabedelo, o parlamentar afirmou que a decisão foi amadurecida durante o último ano, com apoio de aliados e familiares, e que as definições serão anunciadas na semana que vem.

“Na chapa só tem uma vaga a senador e eu serei candidato a senador de toda forma com governo ou sem governo”, garantiu.

Sobre a possibilidade de disputar a vice na chapa de João Azevêdo (PSB), Efraim foi claro ao afirmar que este espaço “não interessa”. “Não está meu cenário e sequer cogito essa possibilidade do meu caminho”, frisou.

O pré-candidato disse ainda que já externou sua decisão ao governador e que João Azevêdo “ouviu” sua definição. Sobre o apoio nas eleições deste ano, Efraim afirmou que será uma decisão de grupo. “Tenho aqui 125 prefeito e lideranças de 180 municípios que ajudarão a tomar a decisão a partir da semana que vem”, disse.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB