Cantora Pocah é internada às pressas e faz alerta para fãs: ‘Nunca segurem peido’

A cantora Pocah foi parar no hospital, na segunda-feira, com fortes dores abdominais. Chegando à unidade de saúde, a celebridade recebeu o diagnóstico de excesso de gases. Após o susto, a ex-BBB brincou com a situação em seu Twitter, dizendo que foi diagnosticada com “peido preso”, afirmando para as mulheres que não é vergonha nenhuma soltar pum na frente do marido e, que a partir de agora, vai “liberar geral”.

Em seu Instagram, Pocah contou que comeu uma quantidade grande de lanche com amigos e logo depois deitou no colo do marido e pegou no sono, com shorts jeans. A cantora acredita que a peça de vestuário comprimiu sua barriga e atrapalhou a digestão. Quando percebeu que estava com gases, ela decidiu segurar o pum com vergonha de soltá-lo na frente do marido e foi dormir.

— Acordei com uma dor bizarra, surreal, não conseguia ficar em pé, apenas curvada. Pensei que era cálculo renal, apendicite, hérnia umbilical que eu já tenho. Fiz uma série de exames e era o que? Peido preso — contou Pocah. — Um conselho que eu dou a vocês, meninas: não prendam peito, soltem mesmo, todo mundo faz isso.

O médico Ben-Hur Ferraz Neto, cirurgião do aparelho digestivo, explica que não é necessário prender os gases para sentir o desconforto abdominal. A produção em excesso das flatulências já pode provocar dores e inchaço na região.

— Às vezes, com a produção excessiva de gases e com a distensão do intestino grosso, o paciente pode ter um desconforto muito grande e sentir dores semelhantes a de processos inflamatórios agudos no abdômen, como apendicite ou colicistite. E dependendo de onde esses gases estão localizados, eles podem ter dificuldade de sair, causando a distensão e a dor abdominal que leve a um atendimento de urgência — diz Ferraz Neto.

Os gases são parte natural do processo digestivo. Quando um alimento é menos tolerado ou mal digerido pelo nosso organismo, contamos com a ajuda de bactérias presentes na flora intestinal para digerir a comida. O trabalho desses micro-organismos causa uma fermentação e, consequentemente, gases.

Alguns alimentos e bebidas que aumentam a produção de gases:

  • Feijão
  • Ervilha
  • Lentilha
  • Brócolis
  • Repolho
  • Cebola
  • Alho
  • Ovo
  • Refrigerante e outras bebidas com gás
  • Refeições volumosas e com muito molho

Algumas frutas ricas em frutose — um tipo de açúcar natural — podem causar gases em algumas pessoas. Isso ocorro porque a frutose não é complemente absorvida pelo intestino, sendo necessária ajuda da flora intestinal para digerir a substância. Abacate, abacaxi, amora, banana, laranja, limão, melão, morango e tangerina são frutas com baixo teor de frutose, ou seja, menos propensas a provocar gases. É preciso ter um cuidado em especial com frutas secas como ameixas, passas ou tâmaras, assim como aquelas enlatadas, com xaropes e compotas. Isso porque há adição de açúcar. Sucos de qualquer fruta adoçados com açúcar ou sorbitol e xilitol (adoçantes).

O leite e seus derivados também podem causar gases em pessoas que tenham intolerância à lactose, o açúcar do leite. Nesses indivíduos, o organismo não produz lactase (enzima que digere este açúcar específico). Em casos assim, a recomendação é consumir produtos sem lactose, com baixos níveis de gordura, e iogurtes ricos em probióticos para ajudar a equilibrar a flora bacteriana.

Ansiedade pode aumentar gases

A ansiedade acelera o trânsito intestinal, o que faz com que o corpo tente digerir mais rapidamente a comida, culminando em mais alimentos mal digeridos, sendo necessária a ajuda das bactérias para terminar o processo de digestão por meio da fermentação, que resulta em gases.

Mas, se você tem excesso de flatulência com frequência, este pode ser um sinal de um problema mais grave. Síndrome do intestino irritável, intolerância à lactose, doença celíaca, gastroenterite aguda, insuficiência pancreática são exemplos de problemas que causam aumento da produção de gases pelo corpo. Por isso, é importante se consultar com um médico para detectar o motivo.

O Globo

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Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno. De acordo com os dados divulgados pelo PoderData nesta quinta-feira (17), o senador vai a 46% das intenções de voto contra 44% do presidente.

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Como a margem de erro máxima da pesquisa é de 1,8 ponto percentual, o distanciamento entre os candidatos configura um empate técnico. Os eleitores que declararam voto branco ou nulo somam 8%, enquanto 2% não souberam responder.

Ao observar a série histórica do levantamento, Lula oscilou de 45% para 44% na comparação com a rodada anterior, divulgada em 10 de setembro. No mesmo período de tempo, Flávio Bolsonaro também recuou de 47% para 46%.

O gráfico estimulado aponta uma inversão de posições ao longo do ano. Em maio de 2026, o atual presidente liderava com 46% da preferência do eleitorado, momento em que o nome do PL registrava 42% no embate direto.

O instituto também avaliou cenários com o escritor Augusto Cury (Avante). Na hipótese de disputa final contra o candidato do PT, Augusto Cury vai a 45% e aparece em empate técnico com Lula, que soma 42%.

Nesta simulação específica, os votos brancos e nulos alcançam a marca de 11%, e os eleitores indecisos chegam a 2%.

Já em um cenário exclusivo entre nomes do campo da direita, Flávio Bolsonaro lidera com 43% das intenções de voto, com vantagem numérica sobre Augusto Cury, que marca 36%. A taxa de brancos e nulos atinge 18%, e 2% não sabem em quem votar.

Metodologia

A pesquisa PoderData entrevistou 3.000 eleitores, entre os dias 13 e 16 de setembro de 2026, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00360/2026.

De Olho no cariri

Com CNN Brasil