João Azevêdo volta a projetar possibilidade de manter Efraim e Aguinaldo na base

O governador João Azevêdo (PSB) voltou a projeta, na manhã desta terça-feira (15), o desejo de manter os deputados Efraim Filho (União Brasil) e Aguinaldo Ribeiro (PP) na base governista independente de quem seja o escolhido para disputar o Senado Federal na chapa encabeçada pelo gestor.

João Azevêdo afirmou que “acredita que há como” manter os dois parlamentares como aliados. “Essa é uma discussão que está sendo feita e espero que logo, logo isso se defina”, afirmou.

Apesar das ausências dos deputados nas solenidades, João disse que “nada mudou” na relação com Ribeiro e Efraim.

Disputa pelo Senado 

Os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP) e Efraim Filho (União Brasil) travam uma batalha nos bastidores para saber quem será o escolhido para compor a chapa com o governador João Azevêdo (PSB) na disputa pelo Senado Federal.

Os dois parlamentares têm dado sinais que não pretendem recuar da disposição de estar na disputa. Recentemente, João deu um sinal de qual a condição para escolha, de que o pretenso postulante vote no ex-presidente Lula (PT) para Presidência da República.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB