Pastor Sergio Queiroz se filia ao PRTB e oficializa pré-candidatura ao Senado pela Paraíba

O pastor Sérgio Queiroz anunciou nesta quarta-feira (23) sua filiação partidária. Ele oficializou que será pré-candidato ao Senado pelo PRTB, partido fundado pelo Levi Fidelix.

Em postagem feita em seu perfil em uma rede social, ele destacou a decisão como sendo “uma das decisões mais difíceis da minha vida”, disse.

“Uma das decisões mais difíceis da minha vida.  Hoje, depois de muita ponderação e oração, me filiei ao meu primeiro partido em toda a vida, o PRTB, partido fundado pelo nobre Levi Fidelix @prtboficial. E hoje fui escolhido pela executiva nacional para ser pré-candidato ao Senado na Paraíba”, disse.

“Amanhã me manifestarei em uma live para a @cidadeviva falando como será o meu afastamento, às 22:00h. Assista nas minhas redes sociais. Sexta-feira próxima convido a impressa para uma coletiva às 14:00h no auditório da ASPLAN. Lá darei informações novas e exclusivas sobre futuras decisões. Vamos juntos, dona @aldineafidelix”, destacou.

Ele destacou que deve anunciar também seu afastamento de cultos para lançar a pré-candidatura ao Senado da Paraíba nas eleições desse ano. O líder religioso deve se afastar do púlpito para o processo eleitoral.

De Olho no Cariri

Click PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB