Partido Agir 36 anuncia adesão ao projeto de reeleição do governador João Azevêdo

O partido Agir 36 (antigo PTC) anunciou, nesta terça-feira (22), adesão à base política do governador João Azevêdo (PSB). pré-candidato a reeleição nas eleições de outubro. A declaração de apoio ocorreu após reunião de dirigentes da legenda com o chefe do Executivo estadual.

Na ocasião, o presidente estadual do Agir 36, Flávio Moreira, afirmou que a sigla passa a se somar à construção do projeto de reeleição do governador. “O partido fez sua avaliação e nós tomamos uma decisão de marchar junto com aquele que vem construindo uma nova Paraíba. Trouxemos aqui nossos vereadores, expoentes políticos do nosso partido, que apresentaram as demandas do povo, e o governador se mostrou totalmente solícito aos pleitos, além das obras de asfalto, açude, estrada que vemos pela Paraíba e é isso que queremos pelos próximos quatro anos para que tenhamos um estado ainda melhor para todos os paraibanos”, frisou.

O presidente da Câmara Municipal de Bayeux, Noquinha Batista, fez uma avaliação positiva do encontro com João Azevêdo. “Tivemos um diálogo muito bom, trouxemos demandas do povo de Bayeux e vamos trilhar com o governador”, disse.

O vereador de Taperoá, Salatiel Gomes, destacou a gestão operosa do governador em todo o estado que o credencia a disputar a reeleição. “O governador tem feito muito pelo nosso estado e pelo nosso município e a nossa reunião trará muitos frutos para Taperoá e para nossa população que precisa das ações da gestão estadual”, falou.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB