“PT vai fica com João, lá é uma minoria”, diz Frei sobre evento com Veneziano

O deputado federal Frei Anastácio garantiu que o PT irá trabalhar pela reeleição do governador João Azevêdo nas eleições deste ano. Durante evento realizado pelo Governo do Estado, nesta segunda-feira (21), o parlamentar minimizou o apoio de integrantes da legenda à pré-candidatura de Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

“O PT vai ficar com João. Lá é uma minoria que não é o PT. O nosso grupo é maioria na direção do partido na Paraíba. Então, isso não nos preocupa. Nós vamos para uma reeleição e apoiamos João Azevêdo”, assegurou.

Frei informou que se reuniu com o vice-presidente nacional do PT na semana passada, ocasião na qual diz ter sentido a intenção do partido em trabalhar pela reeleição dos deputados federais. “Nossa reeleição está casada com a eleição de Lula e a reeleição de João Azevêdo”.

O deputado, no entanto, preferiu não comentar como fica a questão da disputa ao Senado no estado que, atualmente, tem o nome de Ricardo Coutinho (PT) lançado como pré-candidato. “Só posso falar a partir do encontro que tive com o vice-presidente em nível nacional”, diz, ao mesmo em que tece uma crítica ao presidente estadual do partido, Jackson Macêdo. “Ele não administra nem ele mesmo, quanto mais o PT”.

Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB