Nilvan Ferreira diz representar a verdadeira oposição na PB e confirma nome de seu pré-candidato ao Senado


O pré-candidato ao Governo do Estado, Nilvan Ferreira (PTB), está visitando o Cariri neste final de semana. Nilvan abriu sua agenda visitando a feira livre de Serra Branca e concedendo entrevista à Rádio Serra Branca FM.

Nilvan reafirmou sua pré-candidatura e chegou a dizer que era mais fácil o atual governador, João Azevedo, desistir de sua reeleição do que ele não ser candidato ao Governo do Estado este ano. O radialista também fez várias críticas à forma de governar do atual Chefe do Executivo.

O pré-candidato também falou das articulações políticas de seu grupo e sem titubear afirmou que Bruno Roberto, filho do deputado Wellington Roberto (PL), deverá ser seu candidato ao Senado. “Não sou de ficar em cima do muro. Recebi desde o início de minha pré-candidatura o apoio do deputado Wellington Roberto e não seria coerente de minha parte agora não retribuir esse gesto deixando claro que Bruno tem a preferência em nossa chapa de Senador”, afirmou.

Nilvan ainda comentou que a oposição vem forte este ano, mas classificou a pré-candidatura de Veneziano como uma extensão da candidatura governista. “Ora, se uma liderança participou 3 anos do governo, sua esposa era secretária, como agora essa pessoa vem dizer que é candidato de oposição. Francamente é brincar com a inteligência do povo. Temos dois candidatos realmente de oposição e o nosso nome é o que mais está sintonizado com o sentimento de mudança em nosso Estado”, sentenciou.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB