Efraim Filho recebe apoio do Republicanos para o Senado e aguarda decisão de João Azevêdo para formação da chapa

O deputado federal Efraim Filho, agora primeiro secretário executivo do União Brasil, lançou para o governador João Azevêdo (Cidadania) a decisão sobre o nome que disputará o Senado Federal pelo grupo que apoia a reeleição Do gestor este ano. A declaração foi concedida nesta sexta-feira (18), durante evento realizado em João Pessoa, no qual o Republicanos declarou apoio à pré-candidatura do parlamentar.

Ao se referir à disputa com o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) pela indicação, Efraim afirmou que vai seguir dialogando com o PP. “Vamos continuar conversando com PP e Aguinaldo para chegar à unidade desse grupo, mas a decisão do Republicanos vê no nome de Efraim como o melhor”.

Efraim afirmou ainda que acredita na capacidade de diálogo e que a afinidade entre o União Brasil e o Republicanos externa a vontade da base governista.

“A candidatura pertence a um grupo, é coletiva, é plural e pertence a um grupo de pessoas que caminham comigo. Caberá ao governador tomar a decisão”, disse. “Essa construção e tarefa do líder que tem a tarefa de articulação e engenharia polícia. Cabe a ele buscar a entender quais as estratégias que precisam ser feitas”, concluiu.

De Olho no Cariri

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB