Luciano Cartaxo recua de candidatura majoritária e anuncia pré-candidatura a deputado estadual

O ex-prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo (PT) anunciou na manhã desta terça-feira (15) sua pré-candidatura a deputado estadual. O anúncio foi feito através de publicação nas redes sociais.

Ele falou sobre a sua trajetória e disse que o partido seguirá a orientação do Diretório Nacional para ampliar alianças e apoiar a candidatura de um partido aliado.

“Depois de muito diálogo com as pessoas que reconhecem nosso trabalho, nossa trajetória como vereador, vice-governador, deputado estadual e prefeito de João Pessoa quando construímos 10 mil moradias, parques da Lagoa e da Bica, redes de upas e de creches, Largo de Tambaú, praças, ciclovias, com muita humildade, disposição e na certeza de que muito posso fazer pela Paraíba, começo minha caminhada como pré-candidato a deputado estadual”, disse.

O nome de Cartaxo chegou a ser especulado como possível candidato ao Governo do Estado pelo PT, mas nas últimas semanas o partido se movimentou nacional para apoiar uma possível candidatura do senador Veneziano Vital (MDB).

De Olho no Cariri

Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB